Abram alas para a Polônia, que não está mais no meio do mato
Centros de atendimento, “linha branca,” carros, carros e mais carros: a Polônia, o maior país-membro da UE na Europa Oriental, também está crescendo em uma história de sucesso que se assemelha à fênix ressurgindo das cinzas. Nenhum outro país da Europa foi tão provocado pelos seus vizinhos quanto a Polônia foi por séculos. Em vários momentos da sua história, os poloneses se viram dominados (e as fronteiras do seu país mudavam) pela Rússia, Áustria, Prússia e posteriormente a Alemanha. Em um determinado momento, a Polônia chegou até a desaparecer totalmente dos mapas europeus. O motivo para essa atenção indesejada era a posição da Polônia como a cesta de pão da Europa, pois os cereais das suas grandes fazendas eram enviados pelo Rio Vistula abaixo para os portos de Gdansk e de lá para a Europa Ocidental. O regime comunista se concentrou na produção industrial durante a Guerra Fria, porém, no final da década de 90, muitas das principais fábricas do país haviam sido fechadas. As que ficaram foram modernizadas, e atualmente estão competindo com êxito com fabricantes de todo o mundo. O sólido crescimento econômico atual da Polônia (uma média de seis por cento ao ano) se deve em grande parte aos seus setores elétrico e automotivo em expansão, bem como ao setor de serviços que está desabrochando.


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