Fronteiras abertas na Europa também é bom para a economia, já que isso reduz os custos associados aos negócios além-mar. Esses negócios continuam sendo fundamentais para ambos os lados, pois embora a Europa Oriental esteja crescendo, os fabricantes locais não conseguem atender à sua enorme demanda por bens de consumo anteriormente escassos. As empresas antigamente estatais, que muitas vezes foram arruinadas na era comunista, também precisam desesperadamente de novos investimentos. Conseqüentemente, a Europa Oriental não é só atraente como um novo mercado de vendas, mas também como local de produção. Ela é particularmente interessante para empresas da Europa Ocidental porque, ao contrário dos países asiáticos, a Polônia, República Tcheca, Hungria, etc. estão praticamente do lado. Leva apenas uma hora, por exemplo, para ir de avião de Frankfurt/Main para Praga e apenas mais meia hora para ir de Budapeste à Varsóvia. Os habitantes da Europa Ocidental também gostam de ter laços culturais mais estreitos com os seus vizinhos da Europa Oriental do que com os países asiáticos. Embora um pouco separados pela língua e pelo estilo de vida, eles compartilham uma história comum e, como membros da EU, algumas leis em comum também.



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