Tudo tremia

- e estava terrivelmente escuro

24 de setembro de 2005 foi o dia da catástrofe para a pequena cidade de Orange, Texas. O furacão Rita entrou pelo Golfo do México, atingindo o continente americano na madrugada. O locutor de rádio Gary Stelly é um dos poucos habitantes do município que não aderiu à evacuação. Ele permaneceu no ar até praticamente o último minuto, a fim de informar a seus ouvintes as atuais notícias e só depois refugiou-se com alguns amigos em um local seguro. "Tentamos dormir, mas ninguém conseguia pegar no sono. Era como se os pregos e parafusos lutassem desesperadamente para manter a casa em pé. Tudo tremia. As estrelas estavam cobertas pelas nuvens e, sem as luzes nos tetos das fábricas do parque químico-industrial, tudo estava terrivelmente escuro", afirmou Stelly. O parque químico-industrial é a força propulsora da economia de Orange. Ao sul da cidade, encontram-se algumas fábricas de produtos químicos, incluindo a instalação de uma divisão de borracha da LANXESS. Quando o ciclone atingiu as costas do Texas, não havia nenhuma pessoa nas instalações da planta, pois a LANXESS havia implantado um detalhado e minucioso plano de emergência que já estava preparado com grande antecedência e havia paralisado completamente o funcionamento da planta, de acordo com o diretor da equipe de segurança, Regius Guillory.

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Catástrofe ao Amanhecer
  • O impacto de Humberto
  • Tudo tremia
  • Quando o vento sopra a 300 km/h
  • LANXESS em Orange
  • Áudio-livro
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