Borrachas halobutílicas – melhores e mais rápidas
Em outra reação química, a vulcanização, as moléculas soltas da cadeia da borracha se misturam entre si. É apenas nesse estágio que a matéria-prima viscosa se transforma na borracha como a conhecemos. Contudo, a vulcanização da borracha butílica pode ser um processo longo porque o material somente contém alguns “pontos de ancoragem” para ligação das moléculas. Em uma etapa subseqüente, os químicos acrescentam átomos de cloro e bromo às moléculas da cadeia, porque estes produzem excelentes pontos de ancoragem para vulcanização. Estes também garantem que as borrachas butílicas “novas” possam ser facilmente misturadas com outros graus de borracha – tornando-as ideais para revestimentos internos herméticos em pneus de carros, que têm que interagir com outras borrachas.
Contudo, a LANXESS é uma das poucas empresas capaz de dominar esse processo de “halogenação”, que constitui uma reação extremamente complexa. Não obstante, agora em muitos casos as “borrachas halobutílicas” estão se tornando tão importantes que substituíram sua predecessora. Mais de 80 por cento das borrachas butílicas da LANXESS agora têm “halo” em seu nome. Tomadas em conjunto, geraram vendas de mais de 500 milhões de euros em 2007.


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