Anos atrás, dois colegas de quarto e amigos - Hank Willis Thomas e Ryan Alexiev – aprenderam que por meio da colaboração em projetos, eles poderiam extrair o melhor do trabalho de cada um deles. Através da crítica construtiva, conjuntos de habilidades complementares, e um profundo desejo pelo autoaprimoramento, Ryan e Hank formaram uma amizade que os ajudaria em suas carreiras artísticas individuais em desenvolvimento.
No entanto, havia uma terceira colega de quarto e amiga, chamada Anne Madsen - cujo pai, o artista Loren Madsen, inspirara Hank e Ryan com sua abordagem em relação a abstrações históricas. Voltando para 2009: durante a discussão sobre o quê enviar para o desafio de artistas da LANXESS, “Unnatural Rubber”, foi o método de uso da história, volume e reverência cuidadosa ao consumismo de Loren Madsen que tomou conta das conversas entre Hank e Ryan. Já com uma clara ideia sobre o design, Ryan Alexiev e Hank Willis Thomas entraram em contato com Loren Madsen – o pai da arte de dados - com uma proposta para Roda da Fortuna.
Em uma entrevista recente com Hank, Ryan e Loren, os artistas expressaram seu entusiasmo com este projeto, principalmente em trabalhar pela primeira vez com um material em borracha sintética. Eles também admitiram ter aprendido coisas novas durante o processo, como a vulcanização e importância da borracha sintética para a humanidade.
Os artistas também expressaram suas opiniões sobre o consumismo. Loren comentou que era interessante ver como a arte se tornou um produto, assim como todas as outras coisas. De acordo com Ryan, “É interessante criticar o consumismo, mas todos nós dirigimos carros que utilizam pneus de borracha. O argumento é que a arte é um dos mais exclusivos bens de consumo no mercado, ainda assim ela não tem um valor intrínseco ou até mesmo o uso que a borracha sintética tem”.
Leia a entrevista completa com os três artistas aqui (em inglês)