A ciência por trás de tudo
Como funcionam as moléculas adesivas
Ninguém viajaria em um jato com uma cauda pregada com cola doméstica. Por outro lado, um adesivo de alta tecnologia desenvolvido para colar permanentemente o vidro no aço estaria superqualificado para colar os pacotes dos presentes de Natal. E também seria caro demais.
O que torna o trabalho de um especialista em adesivos tão complicado é que muitas coisas surgiram desde a idade da pedra. Mas o depósito das modernas matérias-primas para adesivos certamente não está superlotado. Somente por volta de uma dúzia de plástico se estabeleceram como tecnicamente significativos – de fortes cavalos trabalhadores como os poliacrilatos e as borrachas sintéticas, até os exóticos, como os silicones e os chamados polisulfetos. Mas todos funcionam praticamente da mesma maneira. “O que é importante sobre uma cola é que ela grude. Ela também precisa demonstrar boa força interna”, diz Herrmann. Os especialistas se referem a estas duas propriedades vitais como adesão – poder de grudar – e coesão – a capacidade de manter as coisas juntas. Afinal, qual é a utilidade de um material que gruda, como o chiclete, mas quebra no meio assim que é sujeito a uma carga? Em outras palavras, se você estiver colando madeira, faz sentido usar um adesivo que seja mais forte do que papel de arroz.


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