Regulando o motor para o biocombustível
Um campo de um hectare de canola produz aproximadamente 3.600 quilos da planta, os quais podem ser utilizados para fazer 1.600 litros de óleo de canola ou biodiesel. O dióxido de carbono liberado pela queima de combustível corresponde exatamente à quantidade de planta absorvida pela atmosfera antes da colheita. De acordo com a Agência Federal do Meio Ambiente da Alemanha, cada litro de biodiesel que substitui um combustível fóssil reduz em até 80 por cento as emissões do gás estufa. O ambiente também se beneficia pelo fato de que o biodiesel produz menos partículas, não contém enxofre e é facilmente biodegradável.
O biodiesel feito de óleos vegetais é bom para o meio ambiente, mas sem aditivos não pode ser armazenado por tanto tempo quanto o diesel, um combustível fóssil convencional. Em apenas alguns dias de contato com a atmosfera, ocorre a oxidação que reduz sua estabilidade e leva à formação de ácidos e “resinas” que danificam os motores.
Para ajudar o “combustível verde” a superar esses problemas, a Unidade Comercial de Produtos Químicos Básicos (BAC) da LANXESS desenvolveu um estabilizante conhecido como Baynox® já nos primeiros dias do biodiesel. O Baynox® melhora significativamente o tempo de armazenamento do biodiesel feito de óleo de canola, um produto habitualmente utilizado na Europa para produzir esse tipo de combustível. Isso significa que o biodiesel agora pode permanecer tão estável quanto o diesel fóssil normal: desde a cadeia logística do fabricante até o tanque de combustível do consumidor.


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