O mundo roda sobre a borracha. Hoje, existem cerca de um bilhão de veículos nas estradas e rodovias do mundo e essa quantidade está aumentando 60 milhões por ano. A borracha é necessária para todos eles, já que o material é utilizado para pneus, gaxetas e tubos. Seja natural ou sintética, a borracha domina a nossa vida cotidiana – e não só nos automóveis. Na verdade, os responsáveis pelo desenvolvimento e os fabricantes utilizam esse material singular para todos os tipos de produtos: de fraldas a naves espaciais. No entanto, a evolução da borracha de um líquido de árvores selvagens a produtos de alta tecnologia foi longa. A substância branca leitosa está associada a aproximadamente 2.000 anos de história e às vidas de inúmeros aventureiros e inventores. Mais importante, a história de sucesso da borracha está longe de ter terminado: os laboratórios químicos estão constantemente trabalhando para melhorar a borracha sintética e atender à enorme demanda desse material nas sociedades de consumo que estão aumentando rapidamente nos mercados emergentes. Essa pesquisa também está em andamento na Alemanha, onde a LANXESS ainda tem muitas cartas na manga para enfrentar futuros desafios. Conseqüentemente, a borracha irá continuar como um material particularmente versátil e com uma história cheia de acontecimentos e futuro emocionante.
A sociedade móvel de hoje seria impensável sem a borracha. Isso porque a indústria de pneus é de longe a maior consumidora desse material, sendo responsável por cerca de 80 por cento da produção mundial de borracha. Desde que John Boyd Dunlop inventou o pneu, foi desenvolvida uma sucessão constante de pneus cada vez melhores. Desde bicicletas a naves espaciais, é difícil existir hoje em dia um veículo que possa funcionar sem borracha, e novos pneus e variações de borracha estão sendo criados especificamente para todos os tipos de locomoção e superfícies de estrada. É por isso que as pesquisas nunca param nos fabricantes como a LANXESS. E como não há alternativa para o uso da borracha, esse material também tem um papel importante na proteção ambiental. Um exemplo disso são os novos tipos de borracha sintética (em alguns casos contendo nanopartículas) que ajudam a reduzir o atrito de laminação e, conseqüentemente, o consumo de combustível também. Apesar de todos esses avanços técnicos, todos os veículos que são dirigidos, pilotados ou navegados nos mares e rios continuam precisando de borracha.
Os índios da América Central e do Sul usavam sapatos e roupas protetoras de borracha há muito tempo atrás. No início do séc. XIX, capas de chuva e solas de borracha também se tornaram populares na Europa. No entanto esses trajes têm pouca semelhança com as peças de borracha dos trajes modernos. Além das conhecidas fitas de elástico utilizadas em sutiãs, hoje são principalmente os tipos de borracha especiais que chegaram aos guarda-roupas. Embora isso pareça improvável, mesmo os hidrogels de alta absorção encontrados nas fraldas na verdade são feitos de borracha sintética no sentido mais amplo da palavra. No entanto, o avanço mais fascinante é provavelmente o sapato esportivo. As suas solas se tornaram produtos de alta tecnologia, compostas de vários tipos especiais de borracha. É não são só os amortecedores e as almofadas pneumáticas que se tornaram cada vez mais sofisticados; os próprios materiais são compostos de misturas especialmente coordenadas. A borracha especial Krynac da LANXESS, por exemplo, é feita para agüentar os imensos estresses nos tênis de corrida. Graças à sua alta durabilidade, ela é ideal para os exigentes corredores de maratonas. Outro avanço no setor de sapatos esportivos é a utilização de solas feitas de borracha que contém sílica precipitada. Esse material era originalmente utilizado para fabricar pneus, e, como o Krynac, aumenta a durabilidade e adesão.
A borracha não é só um material particularmente elástico e de alta adesão; ela também continua sendo a melhor vedadora disponível no mercado. Quer ela seja utilizada nos potes de geléia da vovó ou em vedadores de perfuratrizes, a borracha é indispensável. Nas Olimpíadas de 2008 na China, a LANXESS irá demonstrar a confiabilidade da borracha sintética para um público enorme. O telhado de 2.000 metros quadrados do Estádio Olímpico de Shenyang é composto de inúmeras placas transparentes de policarbonato. Um dos motivos pelos quais essas placas são transparentes é permitir a entrada de luz diurna suficiente para a turfa natural. Para vedar as juntas entre as placas, os construtores utilizaram perfis feitos de Buna EP T 9650, fornecido pela unidade de Produtos Técnicos de Borracha da LANXESS. Esse material de borracha é o ideal para isso porque é particularmente resistente aos efeitos do desgaste por intempéries, incluindo raios UV e ozônio. Para os construtores e arquitetos, essa característica teve um papel decisivo na escolha do material.
Numa aplicação similar no Estádio Olímpico de Tianjin, os construtores utilizaram outro produto de borracha da LANXESS: o Buna EP T 6470. O telhado do estádio de futebol de Tianjin cobre um total de 13.000 metros quadrados. Esse estádio um dia irá acomodar 60.000 espectadores, portanto não é de se admirar que os construtores tenham novamente decidido utilizar uma borracha sintética resistente às condições climáticas da LANXESS. Afinal de contas, ninguém quer que um importante evento esportivo seja estragado por um telhado vazando.
Unidade de Negócios de Produtos Técnicos de Borracha da LANXESS (inglês)