“O combustível de pinhão manso para os veículos vem do estado indiano de Gujarat”, conta Alvin Gan, funcionário de serviço externo da Business Unit Basic Chemicals (BAC) da LANXESS em Cingapura. “Ali, o grupo Daimler tem um projeto piloto de cinco anos para plantar pinhão manso e processá-lo em biodiesel.” No entanto, o biodiesel fica rapidamente rançoso no clima tropical úmido e quente: “A vitamina E natural, que normalmente impede a oxidação dos óleos vegetais pelo ar, não é suficiente para tornar o combustível durável”, explica Gan. A Daimler recorreu à LANXESS para resolver esse problema. Afinal, o grupo químico é líder de mercado em agentes antioxidantes para biodiesel. Na Europa, ele é feito principalmente de óleo de canola. O químico Axel Ingendoh, especialista em Baynox na unidade de negócio Basic Chemicals, diz: “Nós testamos a aplicação com pinhão manso em nosso laboratório de Leverkusen (Alemanha). O óleo e o biodiesel de pinhão manso tornam-se rançosos mais facilmente do que o óleo e o biodiesel de canola. Por isso, recomendamos à Daimler o ingrediente ativo altamente eficiente do Baynox plus para os ensaios. Ele é comprovadamente adequado para combustíveis, porque queima sem deixar resíduos, evitando assim danos ao motor.”

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