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Espírito investigativo e arte

A densa rede, de tubos verdes, vermelhos e metálicos, lâmpadas de vidro, bobinas de aquecimento e válvulas, é muito parecida com um organismo complexo. Murat Celik, 19, verifica cuidadosamente o quê passa por dentro das “veias” da planta. No centro de treinamento técnico de Chempark Leverkusen, o jovem trainee está aprendendo como controlar de maneira otimizada os processos de produção química, tanto manualmente quanto na sala de controle eletrônico. “Na minha profissão, tenho que saber usar um computador, mas também uso minhas mãos, por exemplo, na instalação ou remoção de equipamentos em plantas. Eu gosto muito desta combinação”, diz  Celik, cujo treinamento como trabalhador químico dura três anos e meio. Além de treinamento prático no centro de treinamento, ele também participa de aulas teóricas na escola profissionalizante e trabalha em uma das plantas da LANXESS. Nascido em Colônia e amante de esportes, ele adaptou-se rapidamente aos rodízios de turnos de trabalho. “Eu gosto mais do turno noturno; é bem quieto”, diz ele.

Sapatos de segurança, capacete, luvas e proteção facial: Celik usa uma vestimenta de proteção especial no trabalho, para garantir que não haja acidentes indesejados enquanto ele trabalha com equipamentos técnicos, e em  alguns casos, substâncias nocivas. “Pode ficar bem quente sob todo este equipamento no verão”, diz o trainee. “Mas segurança em primeiro lugar. Esta é uma das primeiras coisas que aprendemos aqui na LANXESS.” Padrões rígidos não são aplicados somente em segurança ocupacional e proteção ambiental; a qualidade dos produtos e de suas matérias-primas é constantemente verificada também. É por isso que outra tarefa de um trabalhador químico em treinamento, além de operar máquinas, é obter amostras que são então analisadas no laboratório.

E este é o trabalho de  Marcel Jopien, 21. Após formar-se no ensino médio, ele optou pelo treinamento vocacional como técnico de laboratório químico “em preparação para estudar química — mais ou menos como uma base para uma carreira nas ciências naturais.” No laboratório ele precisa de delicadeza e espírito investigativo.

Análise e experimentação estão no sangue de Jopien. Ele está acostumado a lidar com tubos de ensaio, e vários compostos químicos no laboratório. “Eu acho ótimo ter tanta responsabilidade no meu primeiro ano de treinamento”, diz ele. “Posso trabalhar de forma independente — posso testar a qualidade de amostras ou preparar soluções — mas também posso consultar meu supervisor a qualquer momento”. Jopien consegue imaginar-se trabalhando com pesquisa mais tarde, no desenvolvimento de novos produtos. O objetivo de carreira de Murat Celik é um dia fazer a prova de profissional mestre e tornar-se um líder de turno. E qual tarefa é mais interessante? “Existe muita coisa em comum entre o trabalhador químico e o técnico de laboratório químico; a principal diferença está no grau de magnitude. Enquanto o técnico de laboratório trabalha em escala de miligramas, a produção trabalha com toneladas de produtos químicos”, diz Celik. Seja um tubo de ensaio ou um tanque gigante, tamanho é importante — mesmo na química.

Mais informações sobre o treinamento vocacional na LANXESS estão disponíveis em  http://lanxess.de/en/jobs-career/ (em inglês)

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